Definição
O extremo declarativo do espectro. Você conduz pela sensação, julga o resultado rodando e cola os erros de volta até funcionar. O código em si é tratado como descartável. Ótimo para protótipos e exploração. Arriscado em qualquer lugar onde o código precise ser mantido, protegido ou confiável.
Exemplo de prompt
Dois turnos. O segundo só reage a como ficou na tela.
faz um carrossel de imagens massa pra home com as nossas fotos, deixa com vidatá meio travado, arruma e deixa mais suave
O que revela
- Velocidade de exploração e disposição para testar ideias
- Intuição de produto, quando o resultado é avaliado com senso crítico
- Em código de produção: sinal de alerta se a pessoa não consegue explicar o código
Use quando
- Protótipos descartáveis, demos e spikes
- Explorar rápido uma ideia ou API desconhecida
- Ferramentas pessoais onde errar custa pouco
Cuidado com
- Código que ninguém entende vai parar na branch principal
- Problemas de segurança (segredos, injection, auth) passam sem ninguém ler
- Erros são "corrigidos" empilhando mais código gerado por cima
Na entrevista
Observe
- A pessoa avisa que está prototipando e troca de estilo quando o risco aumenta?
- Ela lê o diff antes de aceitar?
Pergunte
- Me explica, linha por linha, a parte que carrega as imagens.
- O que você mudaria antes de isso ir para produção?
Origem
Cunhado por Andrej Karpathy num post no X em fevereiro de 2025, descrevendo um jeito de programar em que você se entrega às vibes e esquece que o código existe. O termo se espalhou rápido pela indústria.